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O QUE O VAREJO FÍSICO APRENDEU “DE NOVO” COM O ANO QUE PASSOU?

2021 foi um ano onde o varejo já estava adaptado às mudanças e não foi novidade nenhuma que o avanço da vacinação trouxe certo otimismo para o comércio, uma vez que vacinados os clientes voltariam a comprar mais presencialmente, o que foi confirmado pela Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo (SBVC) que registrou crescimento de 15% no fluxo de shoppings centers no acumulado do ano, o que aumenta as expectativas para 2022.

 

NOVEMBRO VS DEZEMBRO

Algo que não era tão esperado foi que em dezembro houve uma diferença de 24% no volume total de compras físicas em shoppings em relação a novembro, mês da Black Friday, onde se sobressaiu o e-commerce, dados esses retirados da base de clientes da Linx.*

* Especialista em softwares para o setor varejista.

 

E-COMMERCE VS VAREJO FÍSICO

Quem vê essas informações fica com a impressão de que Black Friday é do e-commerce e Natal do varejo físico, o que é um equívoco. Isso não é uma regra, pois quem determina o canal de compras é o cliente, fugindo assim do controle de todos. Mas o que o varejista deve fazer?

 

REALIZAÇÃO DO VAREJO “DÍGITAL”

O aprendizado que fica de 2021 é o que o varejista deve unificar os canais para oferecer a melhor experiência possível ao cliente. Ou seja, independentemente do mês, a loja não perderá venda devido a um canal ou outro, pois estará tanto no físico quanto no digital.

 

Como notamos, o varejo físico se portou melhor as mudanças se for comparado ao outro ano, contudo de nada adianta o comércio reabrir se os varejistas não unificarem seus canais de venda, pois não existe fórmula ou mês específico do qual determinará onde e como cada cliente vai comprar, por isso é bom estar presente em tudo. Outra questão é que as lojas devem estar atentas às novas formas de pagamento, mas esse é tema para outro texto…

 

Fonte: SBVC



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